Rapaz do Mundo Azul

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010




Passeando ao vento da brisa matinal
observo no mar um brilho reluzente,
pensamentos me surgem e levantam meu astral,
enquanto escrevo nas páginas da mente.

Desço ao fundo do mar
quando teu corpo vejo passar
pois o som da maré pronuncia teu nome
e o olor do teu corpo não some.

Literalmente atrás de mim estás,
as páginas da minha mente decifrarás
pois sinto em minha pele o teu toque suave
porque procuro-te ,e teu coração sabe.

As ondas levam-te e arrastam-te de mim
não aceitam e respeitam nosso sentimento
nesta época em que o ar primaveril,
promove a união de um novo alento.

O tempo passa e tudo passa.
Será que um dia te vou encontrar,
rapaz do mundo azul?

Mesmo sem resposta ao som das ondas
continuarei a procurar o desconhecido,
agora na escuridão das sombras.

1 comentários:

Anónimo disse...

ola paulinha sou eu a catia li este poema e adorei muito vai publicando mais como ja te disse vais ter um lindo futuro no meio das letras dos teus poemas. beijos grandes poetisa:-D

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